Inspetor de escola particular é preso por suspeita de estupro de vulnerável em Ponta Grossa

De acordo com a delegada Renata Batista, o caso veio à tona após duas alunas, ambas de 9 anos, relatarem espontaneamente às mães os episódios de abuso.


Inspetor de escola particular é preso por suspeita de estupro de vulnerável em Ponta Grossa
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A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria), prendeu na manhã desta quarta-feira (1º) um homem de 68 anos investigado pelo crime de estupro de vulnerável, em Ponta Grossa.

O suspeito foi localizado no bairro Uvaranas. Segundo as investigações, ele atuava como inspetor e monitor em uma escola particular da cidade e teria se aproveitado da função para praticar, de forma reiterada, atos libidinosos contra estudantes.

De acordo com a delegada Renata Batista, o caso veio à tona após duas alunas, ambas de 9 anos, relatarem espontaneamente às mães os episódios de abuso. As revelações ocorreram no dia 7 de maio, logo após uma apresentação em homenagem ao Dia das Mães realizada na instituição de ensino.

Assim que recebeu as denúncias, a direção da escola instaurou uma sindicância interna, que apontou condutas incompatíveis com as normas de ética e comportamento da instituição. O funcionário foi demitido imediatamente.

Durante o andamento das investigações, os policiais identificaram uma terceira vítima, uma adolescente de 12 anos. Conforme a Polícia Civil, o investigado também possui antecedente por ato obsceno.

Com base nos elementos reunidos, a PCPR representou pela prisão temporária do suspeito. A medida foi autorizada pela Justiça pelo prazo inicial de 30 dias para garantir o andamento das investigações e evitar a destruição de provas.

Além da prisão, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência do investigado. No local, os policiais apreenderam um telefone celular, que será submetido à perícia para auxiliar nas investigações e verificar a possível existência de outras vítimas.

Após os procedimentos, o homem foi encaminhado à Cadeia Pública Hildebrando de Souza, onde permanece à disposição da Justiça.


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