Defesa diz que investigado por engano em Quedas teve inquérito arquivado após erro de provedor de internet
Provedor de internet teria informado à polícia um endereço errado para o IP que estava sendo investigado.
A defesa de Luan Euclides Dalla Riva Melo divulgou uma nota afirmando que ele foi investigado injustamente em um caso registrado em Quedas do Iguaçu, durante uma apuração da Polícia Civil sobre crimes sexuais contra crianças e adolescentes.
Segundo o escritório Borges e Veronese Advocacia e Consultoria Jurídica, a casa de Luan foi alvo de um mandado de busca e apreensão no dia 14 de março de 2025, depois que um provedor de internet teria informado à polícia um endereço errado para o IP que estava sendo investigado.
Ainda conforme a nota, o IP utilizado nos crimes seria, na verdade, de um endereço em Dois Vizinhos, e não da residência de Luan.
A defesa afirma que, ao longo da investigação, apresentou provas que comprovaram que Luan não tinha qualquer envolvimento com o caso e ainda indicou o verdadeiro investigado. Com a conclusão das diligências, o inquérito instaurado contra ele foi arquivado pela Vara Criminal da Comarca de Quedas do Iguaçu, enquanto o suspeito apontado como autor dos crimes foi denunciado.
Os advogados destacam que Luan foi vítima de um erro técnico, que acabou causando prejuízos à sua imagem e à vida pessoal. Eles também afirmam que a decisão judicial confirma sua inocência e encerra definitivamente a investigação.
A reportagem mantém espaço aberto para manifestações da Polícia Civil e do provedor de internet citado pela defesa, caso queiram se pronunciar sobre o caso.






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