PCPR deflagra Operação Refugium e cumpre prisões por violência contra mulher e estupro em Irati e Fernandes Pinheiro
Três mandados de prisão e um de busca e apreensão foram cumpridos durante a ação da Polícia Civil nesta segunda-feira (22)
A Polícia Civil do Paraná deflagrou na manhã desta segunda-feira (22) a Operação Refugium, coordenada pela 41ª Delegacia Regional de Polícia de Irati, com o objetivo de combater crimes de violência contra a mulher e abusos sexuais contra vulneráveis nos municípios de Irati e Fernandes Pinheiro.
Durante a operação, foram cumpridos três mandados de prisão e um mandado de busca e apreensão. Um aparelho celular utilizado em uma das investigações também foi apreendido.
Um dos alvos da ação foi um homem de 26 anos, investigado por estupro consumado no contexto doméstico, lesão corporal contra a mulher, dano qualificado e violência psicológica. Conforme a investigação, os crimes teriam ocorrido na madrugada de 17 de junho deste ano. Segundo a Polícia Civil, a vítima, de 40 anos, teria sido agredida fisicamente, obrigada a manter relação sexual sem consentimento e presenciado a destruição de móveis, eletrodomésticos e alimentos da residência. Os fatos teriam ocorrido na presença dos três filhos menores da mulher.
O suspeito foi localizado e preso enquanto trabalhava em uma construção civil nas proximidades do Colégio Florestal, em Irati. Durante a abordagem, os policiais apreenderam um aparelho celular. Na sequência, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão em um imóvel onde ele estava hospedado.
Em outra frente da operação, os policiais prenderam um homem de 51 anos no bairro Colina Nossa Senhora, em Irati. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva por descumprimento de medidas protetivas de urgência em favor da ex-companheira.
As equipes também atuaram em Fernandes Pinheiro, onde cumpriram um mandado de prisão contra um homem de 30 anos investigado por estupro de vulnerável. O crime apurado ocorreu em 2020.
Após os procedimentos policiais, os três presos foram encaminhados para exame de lesões corporais no Instituto Médico-Legal (IML) e posteriormente entregues ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforçou a importância das denúncias anônimas por meio dos telefones 197 e 181 para auxiliar no combate à violência contra a mulher e aos crimes sexuais.





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