Unioeste Beltrão: Laboratório de análise de solo é referência nacional

O Laboratório de Microscopia Ótica do Campus de Francisco Beltrão da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) é referência no Brasil em Análise do Solo em escala microscópica. Conta com equipamentos suficientes tanto para o ensino das técnicas quanto para desenvolvimento simultâneo de pesquisas científicas.

O professor Drº. Julio Cesar Paisani, formado em Licenciatura e Bacharelado em Geografia pela Universidade Federal do Paraná e Mestre e Doutor pela Universidade Federal de Santa Catarina, é pesquisador do CNPq e professor dos cursos de Graduação e Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Geografia da Unioeste há 12 anos.

Desde então, ele buscou, por meio de projetos, quase um milhão de reais em órgãos de fomento à pesquisa e ensino vinculados aos governos estadual e nacional.

“Consolidamos o laboratório mais estruturado do interior do sul do Brasil nas análises do solo em escala microscópica desenvolvendo técnicas de micromorfologia, descrição de silicofitólitos e microartefatos arqueológicos”.

Segundo Julio a estrutura do Laboratório chama atenção de pesquisadores de todas as regiões do país. É o caso do arqueólogo Marcos Cesar Pereira Santos, doutor em Geoarqueologia pela Università Degli Studi di Ferrara – Itália e um dos coordenadores da Missão Franco-Brasileira de Estudos Arqueológicos denominada “Povoamentos Pré-históricos do Alto Rio Uruguai-POPARU, que buscou cooperação científica e técnica.

Segundo o geólogo o foco do laboratório é análise do solo, mas os equipamentos podem e estão sendo usados para ensino dessa técnica, nível de pós-graduação, mas, principalmente para a pesquisa.

“O laboratório já fez análises de solos do sertão nordestino, Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal, litoral de Santa Catarina, dentre outros lugares do interior do Paraná. Acreditamos que nossas análises vêm contribuindo para vários caminhos científicos de conhecimento dos solos, provendo bases para avanços na agricultura regional e nacional”.

No geral o laboratório está consolidado para realizar ensino e produzir resultados. “Ele permite o trabalho concomitante de até quatro pesquisadores, com uso de equipamentos óticos com câmera/tablet de capturas de imagens.

Destaco que são poucas instituições que podem oferecer uma estrutura de ensino e pesquisa tão completa como essa, não havendo outra similar na área de Geociências no interior do Sul do Brasil, sobretudo na Análise Micromorfológica dos Solos”.

De acordo com o professor Julio, todos os anos pesquisadores e pós-graduandos usufruem da estrutura do laboratório e, em alguns casos, fazem curso da técnica de micromorfologia dos solos, via Programa de Pós-Graduação em Geografia, níveis Mestrado e Doutorado.

“Isso é importante para a região, pois movimenta a economia e mostra que o Sudoeste do Paraná está cada vez mais se inserindo no cenário nacional com outra vertente do desenvolvimento, o conhecimento científico e técnico da área de Geociências”, finaliza.

Via: Unioeste - Foto: Divulgação

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