Câncer não precisa mais ser sinônimo de medo

Quando o assunto é câncer, basta o diagnóstico para o paciente sentir o chão desabar sob seus pés. Por muito tempo, a doença foi sinônimo de sofrimento, sequelas e até morte. Mas cada vez mais, diante dos avanços da Medicina, tanto nas tecnologias quanto nos procedimentos e medicamentos, o câncer perde força e se torna menos assustador e desolador.

Segundo o médico oncologista cirúrgico, doutor André Keijy Kajimura Pedri, do Ceonc Hospital do Câncer, os motivos que levaram o câncer a este patamar estão baseados numa aliança essencial entre tecnologia, procedimentos e profissionais.

“Temos três pontos. O primeiro diz respeito ao avanço da qualidade de exames como PET/CT e tomografias, que nos proporcionam um diagnóstico mais preciso e conseguimos tratar o paciente de uma forma mais eficiente. Outro ponto é sobre a tecnologia aliada ao tratamento. No aparelho de radioterapia, por exemplo, aliamos a tecnologia com melhores resultados. O terceiro ponto se dá nas cirurgias onde, em vários momentos, utilizamos técnicas minimamente invasivas e o paciente tem uma recuperação melhor e mais precoce, com menos risco de traumas cirúrgicos”, explica o médico.

Para que tudo isso funcione e o paciente tenha uma sobrevida maior em relação ao câncer, um fator chave é o diagnóstico precoce.

“Esse é um grande desafio. Se o paciente chegar para nós de forma precoce, temos uma possibilidade de cura altíssima. O importante é procurar o médico diante de qualquer suspeita, que pode se manifestar com uma dor ou alteração na voz, surgimento de algum nódulo ou caroço e até mudança intestinal. A partir do momento em que houver algum sintoma, o ideal é ir até o médico. Hoje, existem vários exames de rastreamento e prevenção que podem aumentar as chances de nós, enquanto médicos, oferecermos um tratamento melhor e com altas chances de cura”, enfatiza o especialista.

Para reforçar essa ideia, eventos como o Dia Mundial do Câncer, lembrado nesta terça-feira (04), são essenciais. A iniciativa global é organizada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS) e tem como objetivo aumentar a conscientização sobre a doença, além de influenciar governos e indivíduos para a mobilização pelo controle do câncer.

“Sabemos que ainda existe um grande desespero do paciente ao ser diagnosticado, mas a mensagem que deixaria é que câncer não necessariamente é igual a morte. Vai ser um tratamento que, em grandes partes das vezes, é difícil e debilita, mas têm chance de cura. Existem pessoas pesquisando e trabalhando, dedicadas para colocar todo seu conhecimento em prática em benefício do paciente. Com isso, a todo momento surgem novos tratamentos e avanços”, finaliza doutor André.

Via: Assessoria Uopeccan - Foto: Divulgação

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