Saúde Mental: CAPS I realiza "arraiá" julino

No último sábado (06) o CAPSI  -Centro de Atenção Psicossocial Infantil, abriu as portas para receber pacientes, famílias e oficineiros que atuam no serviço, no "Arraiá" do CAPSI, uma festa que uniu muita diversão e um lanche caprichado a um momento terapêutico de socialização e confraternização para aqueles que necessitam de atenção psicossocial e freqüentam as oficinas terapêuticas ofertadas no local.

A organização da festa coube à equipe de profissionais do CAPSI, que não mediu esforços para que todos pudessem participar das brincadeiras, como a barraca de argolas, pescaria, chute no pneu, cama elástica, além de apresentações de dança, quadrilha, concurso de Sinhozinho e Sinhazinha e, ponto alto da festa, a estréia da máquina de algodão doce, fruto de doação de um grupo de benfeitores e que, a partir de agora passará a ser usada nos eventos do CAPSI.

CAPSI

  • Centro de Atenção Psicossocial Infantil (CAPSI): Objetivo Geral - Garantir a assistência à criança e ao adolescente com transtorno mental e de comportamento, dando suporte ao usuário e sua família, visando à recuperação e a reinserção na comunidade.
  • Ações Metodológicas: Acolher crianças e adolescentes que necessitem de desintoxicação e/ou repouso.
  • Realizar atendimento à família e assegurar o acompanhamento através de visitas domiciliares.
  • Promover ações que estimulem os pacientes a participarem de atividades produtivas, dentro e fora do centro, buscando reinserção profissional, através das oficinas de reabilitação.
  • Realizar atendimento individual - biopsicossocial, possibilitando o tratamento terapêutico.
  • Promover atendimento em grupo, grupo operativo, psicoterapia, oficina terapêutica, atividades socio-terápicas.
  • Viabilizar o atendimento hospitalar, quando houver necessidade, no serviço de referencia do CAPS.
  • Promover eventos culturais e/ou recreativos, produzindo espaço de reflexão e lazer, para  usuários e familiares.
  • Manter convênio com estabelecimento de ensino (Universidades, cursos técnicos) para oferecer campos de estágio, de forma a favorecer a assistência , o ensino e a pesquisa.
  • Promover cursos em serviço (CAPS) para equipes do programa Saúde da Família, para buscar ações qualificadas e integração dos serviços.
  • Manter atualizado um banco de dados que possibilite conhecer o perfil epidemiológico desta população.
  • Promoção de ações que privilegie a saúde, com enfoque nas potencialidades e possibilidades das crianças e adolescentes.
  • Democratizar as relações de poder entre técnicos, usuários e familiares, com vista a um processo decisório coletivo, com base no diálogo.
  • Respeitar e estimular a autonomia dos usuários, considerando suas decisões, interesses e necessidades.

Via: Redação/Portal do Municipio de Cascavel - Foto: Divulgação 

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