Comissão especial estuda soluções para problema no telhado da Câmara

Quem passa pelo prédio da Câmara na Rua Pernambuco pode se impressionar com a obra construída com fachada de vidros e espelho d’água. No entanto, internamente, o prédio tem apresentado problemas estruturais já nos primeiros anos após a construção, que ocorreu há 13 anos. Em dias de chuva, o saguão e muitos gabinetes são inundados por uma enxurrada que desce do telhado construído com madeira e telhas de amianto.

“Estamos realizando estudos para encontrar a maneira mais eficiente e barata de reformar o prédio, porém, não é fácil. Equipamentos já foram perdidos, móveis destruídos e mesmo servidores precisaram ser remanejados de local porque estavam debaixo das goteiras”, explica Alécio Espínola (PSC), presidente da Câmara que recentemente criou a Comissão Especial de Licitações de Obras, integrada por cinco servidores do setor de licitações e mais um servidor engenheiro civil da prefeitura cedido afim de estudar, acompanhar e fiscalizar as obras futuras. Importante salientar que nenhum dos servidores é gratificado pelo cargo, uma vez que todos já desempenham mais de uma função, além de suas atribuições de trabalho habituais.

A Câmara já realizou inúmeras manutenções e acionou o seguro para cobrir prejuízos com queima de equipamentos, porém, nenhuma grande reforma foi feita desde 2003. Em 2016, um vendaval obrigou a Casa a acionar o seguro para cobrir despesas da ordem de R$ 55.106,00 com reparos no telhado, telefones, equipamentos de informática, pintura, lâmpadas, cabeamento, gesso e caixas de som e mais R$ 13.169,55 em mão de obra e câmeras. Outros R$ 5 mil foram gastos em 2018 para manutenção do telhado corrigindo pontos de infiltração de água.

Como não possui em seu quadro de servidores efetivos um engenheiro civil, a cessão do engenheiro da prefeitura garantirá a assessoria técnica profissional exigida. Dentre as demandas mais urgentes estão a reforma dos banheiros, que também inundam e não estão adequados às normas de acessibilidade, a pavimentação do estacionamento e a reforma do telhado, obra mais problemática do ponto de vista estrutural.

Sobre a acessibilidade, o presidente explica que “não é apenas uma questão de corrigir problemas, mas de garantir o direito de acessibilidade total, especialmente em um espaço público, onde o povo está representado”.

Via: Redação/Assessoria de Imprensa/CMC - Foto: Flávio Ulsenheimer

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