Programa Agricultura Urbana avança com o "Nóz na Horta"

"Não temos condições de fazer isso sozinhos e precisamos crescer neste programa da Agricultura Urbana. Por isso que o chamamento público para as parcerias é tão importante. Nós temos aqui em Cascavel mais de 20 mil lotes vazios que podem ser usados no programa que tem entre seus objetivos a agregação de valor para os produtores, que são as famílias envolvidas no projeto. Este envolvimento é um desafio para todos nós". A afirmação é do prefeito Leonaldo Paranhos que participou na noite de ontem (25), do lançamento do Projeto "Nóz na Horta".

O projeto faz parte do chamamento público do Programa Agricultura Urbana realizado no ano passado. Por meio dele, o Instituto Colmeia de Cidadania e a Casa Nóz, vão atender famílias e instituições com a produção de alimentos em terrenos baldios na região  dos territórios dos bairros Neva, Parque São Paulo, Canadá, Pioneiros Catarinense, Maria Luisa, Cancelli, Country, Alto Alegre, Coqueiral, Parque Verde e Recanto Tropical.

Ailton Lima, gerente do Território Cidadão, disse que o chamamento publico objetiva a produção de alimentos em áreas urbanas e periurbanas, desenvolvimento econômico, mobilização e bem estar social para a comunidade local. "Para chegarmos até aqui aplicamos a ODS 17, que  trata das parcerias, uma ferramenta importante para o crescimento deste programa de produção de alimentos e inserção social", detalhou.

O Instituto Colmeia e o Projeto Nóz na Horta auxiliará as famílias com orientações técnicas, orientação na produção de alimentos, segurança alimentar e na transformação destes imóveis vazios em espaços com uma função social através do cultivo de verduras e legumes que podem ser comercializados, gerando renda e também consumidos pelas famílias envolvidas na produção. "Precisamos entender que ele é a chave de tudo. O Território Cidadão é a junção dos bairros e a criação dos 12 territórios tem esta concepção: discutir a cultura a música, a agricultura urbana e as necessidades de cada território, abrangendo todos os aspectos a vida cotidiana das pessoas", completou Paranhos

De acordo com Daniela Elias Menezes, horticultora e técnica do Projeto Nóz na Horta, a Agricultura Urbana tem a missão de, além de produzir alimentos também movimentar a comunidade envolvida incutindo nelas o sentimento de pertencimento, preservação do meio ambiente e cuidado com a saúde, uma vez que os terrenos tomados por lixo e entulho serão transformados em canteiros produtivos, geração de renda para as famílias, qualidade de vida e qualidade alimentar com a oferta de alimentos sem defensivos.

Através desta parceria entre o Território Cidadão, o Projeto Casa Nóz e o Instituto Colmeia, uma equipe técnica estará responsável pelo acompanhamento das famílias. No primeiro momento, o Município disponibiliza às famílias o preparo dos canteiros, as mudas e sementes do primeiro plantio. Após isso cabe a cada associação de moradores ou Ongs parceiras a manutenção destes espaços.

A engenheira agrônoma, Lidiany Trombini, integrante do Nóz na Horta disse que "a gente quer que cada espaço seja utilizado na produção de alimentos; vemos a importância do impacto que um projeto de Agricultura Urbana tem nas cidades onde está implantado e acreditamos que a realidade de muitas famílias de Cascavel pode ser mudada através de seu envolvimento neste trabalho".

Via: Redação/Portal do Município de Cascavel - Foto: Divulgação 

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