Nova delegada-chefe da Polícia Civil faz visita oficial à Câmara

Mariana Vieira Badotti, nova delegada-chefe da 15ª Subdivisão da Polícia Civil, visitou a Câmara nesta terça-feira (22), acompanhada do superintendente Everton Klaus. Ela conversou com o presidente da Câmara, Alécio Espínola e também com os vereadores Josué de Souza, Parra, Celso Dal Molin, Olavo Santos, Fernando Hallberg e Misael Júnior.

“Sou natural de Cascavel e minha família está aqui desde a década de 70. Há 10 anos na Polícia, a primeira chefia que assumo é na minha cidade natal e entendo como um desafio muito grande”, afirmou. Segundo ela, o propósito é trabalhar com uma visão macro, de integração com todas as forças de segurança, entidades, instituições e comunidade. A delegada espera poder reproduzir na 15ª Subdivisão da Polícia Civil a boa experiência obtida por ela na Delegacia de Homicídios. “Quando assumi, havia dois mil inquéritos em andamento e o prazo médio para ir a júri era de 4 a 5 anos. O recado para a sociedade era de que em Cascavel você mata uma pessoa e nada acontece”, ressaltou. Em 2012 o número registrado de homicídios foi de 151 e em 2018, de 53, com um tempo aproximado de seis meses para os casos serem julgados.

Os vereadores se comprometeram a ajudar a Polícia Civil na busca por mais recursos financeiros para melhorar a estrutura física da Delegacia, na aquisição de mais tecnologia para identificação dos suspeitos e também na intermediação política para conseguir a nomeação de mais efetivo, especialmente escrivães. “Conversando com a população, vemos que as pessoas esperam um novo posicionamento das instituições, seja da Polícia Civil ou de nós, que assumimos agora a gestão da Câmara de Cascavel”, afirmou Alécio.

Um dos principais pontos debatidos pela delegada e pelos vereadores foi a violência doméstica. A Câmara tem realizado audiências públicas e protocolado projetos que procuram buscar soluções para diminuir os casos de violência contra a mulher e também conscientizar a população sobre a cultura do assédio e do estupro. “Vamos fazer um esforço conjunto para oferecer às mulheres atendimento multidisciplinar, com psicóloga, assistente social e recolocação no mercado de trabalho, além de tratar os homens agressores”, explicou Mariana. Para ela, o caminho para combater a violência contra a mulher é bem conhecido e passa por mudanças culturais e sociais, mas precisa de medidas efetivas dos órgãos públicos, medidas que a delegada espera poder tomar como chefe da Polícia Civil.

Mariana destacou que a Subdivisão deve receber mais um delegado para somar à equipe e que o novo prédio da Delegacia deve estar pronto maio de 2020.

Via: Redação/Assessoria de Imprensa/CMC - Foto: Divulgação 

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