Emprego: As áreas quentes no agro em 2019

A consultoria de recursos humanos Catho divulgou pesquisa, que lista as carreiras mais quentes no agronegócio em 2019. O levantamento considera a base de dados da empresa e a opinião de recrutadores sobre as áreas com mais contratações previstas para 2019. Confira:

Agricultor urbano
Perfil: O profissional dessa área cultiva alimentos orgânicos em espaços urbanos, se tornando alternativa para o abastecimento nas cidades. Dentre as formações desejadas para essa área estão cursos como agronomia, biologia, engenharia de alimentos, etc.. Conhecimentos na utilização de alguns recursos tecnológicos como drones, sistemas de análise de clima, automação, padrões estatísticos e big data para a produção em espaços maiores são bem-vindos.

Por que está em alta: diminuindo a distância entre a produção do alimento e o consumidor final, a área de agricultura urbana se torna uma ótima opção. Contribui diretamente para revitalização de espaços ociosos e fortalece relações sociais, principalmente no que diz respeito a comunidades carentes. A prática transforma o quintal de casa, a varanda do apartamento e até mesmo espaços públicos maiores em uma verdadeira horta a céu aberto.

Média Salarial: entre R$ 3 mil e R$ 5 mil

Designer de máquinas agrícolas
Perfil: responsável por alinhar produtividade, consciência ambiental, social e econômica, o profissional da área de sustentabilidade de máquinas agrícolas atua buscando soluções que atendam esses padrões. Pensando na modernização e aumento da produtividade do setor, hoje existem alguns cursos de pós-graduação na área, segmentados para algumas regiões específicas do País. Atualmente, o nível mínimo exigido para a área é o curso técnico de design. Além disso, vale destacar que para seguir carreira nessa área é necessário conhecer os aspectos de riscos ambientais e responsabilidade social.

Por que está em alta: a utilização da tecnologia é uma tendência para a agricultura, onde é possível observar esse padrão inclusive na criação de máquinas agrícolas, que representam uma importante ferramenta para o trabalho agropecuário. A profissão ganha destaque, pois alinhada à questão de sustentabilidade, proporciona a criação de máquinas que produzem a própria energia, faz o aproveitamento de dejetos de animais e decomposição de vegetais, dentre outros recursos.

Média Salarial: entre R$ 3 e R$ 8 mil

Engenheiro bioenergético
Perfil: boa comunicação, ética e responsabilidade com a equipe e mais do que isso, estar ciente sobre o meio econômico, social e ambiental. Essas são as grandes habilidades do engenheiro bioenergético. Responsável por executar trabalhos voltados a biocombustíveis e bioenergia, conhecidas também como energias alternativas. Para seguir carreira nessa profissão é necessário ter cursado áreas de conhecimento em ciências exatas e tecnológicas, além de especializações ou pós-graduação na área de engenharia bioenergética. Dentre os locais de atuação estão empresas de transporte e distribuição de gás natural, concessionárias de energia elétrica e usinas de etanol e biodiesel.

Por que está em alta: existe uma preocupação cada vez mais maior com as formas que utilizamos as energias fornecidas pela natureza, a maioria consiste em fontes renováveis, como as hidroelétricas. Tendo como base a necessidade de se desenvolver novos tipos de energia, o profissional dessa área atua na busca eficiente por essas formas de energia, sempre com base em pesquisas. Tendo em vista que o Brasil é uma país rico em fontes energéticas, o mercado para essa área se encontra em grande expansão, tanto para se trabalhar no setor público, quanto no privado.

Média Salarial: entre R$ 4 e R$ 9 mil

Via: Redação/Universo Agro - Foto: Divulgação 

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