Cascavel celebra 67 anos reconhecendo o pioneirismo e o trabalho de quem a fez pujante

Hoje a Capital da Produção está em festa novamente e tem motivos de sobra para comemorar. O orgulho de ser cascavelense ou de ter sido acolhido por esta cidade está estampado nos mais de 320 mil moradores que usufruem da qualidade de vida, da inovação e dos benefícios que este lugar estratégico do oeste paraense oferece. E aqueles que desbravaram este chão e enfrentaram os primeiros desafios para torná-lo tão pujante não ficaram esquecidos neste 14 de novembro, data em que lá em 1951 o Município foi oficialmente criado.

Hoje, também, um dos pioneiros da nossa cidade, o professor Alberto Pompeu, foi tornado cidadão honorário de Cascavel durante o 25º Almoço dos Pioneiros no Tuiuti Esporte Clube, "uma justa homenagem segundo o prefeito Leonaldo Paranhos, por meio da qual "estamos homenageando os demais pioneiros do Município, que tem vocação para o desenvolvimento, para o amor, para a pujança, com gente de visão profunda do que quer e que, por isso, estamos aonde estamos, como a 23ª melhor cidade do Brasil e a 3ª no Paraná para fazer negócios", enalteceu Paranhos, reafirmando o compromisso do poder público em continuar fazendo o melhor pelo desenvolvimento do campo e da cidade, focando em uma cidade inteligente, inovadora e também mais humana.

Para o professor Pompeu, a homenagem é a consagração que lhe torna de fato, um cascavelense de direito, "pois de coração eu já sou faz muito tempo".

De acordo com o secretário de Cultura e Esportes, Ricardo Bulgarelli, este reconhecimento aos pioneiros, que deixaram um legado de suor, trabalho, honestidade e sabedoria é que dá coragem aos que continuaram chegando e continuam o trabalho por esta cidade. "Hoje o Município cresce em todas as áreas e é referência em vários setores por conta da bravura de quem apostou nesta terra", enfatizou.

Memória Viva: tempo de matar as saudades
Eles chegam por volta das 10h30 com brilho nos olhos e uma vontade enorme de matar saudades. Não leva muito tempo as rodas de conversa se formam e os velhos conhecidos já estão de prosa. Muita coisa mudou. Os cabelos mais brancos, alguns com ajuda dos filhos ou netos ou até de uma bengala para melhorar a locomoção;  nas mãos um smartphone para registrar cada cena do reencontro. Muitos fazem selfie e teclam em aplicativos de redes sociais.

Sim, eles mudaram. As facilidades da vida moderna amenizaram tantas agruras que ficaram para trás. Mas a memória continua viva para contar a nossa história. Eles lembram e relembram os fatos que deram os rumos ao que hoje somos. É mais um dia histórico sendo escrito. É o reencontro dos pioneiros que há 25 anos se repete a cada aniversário da cidade: uma tradição que valoriza o passado e marca o presente, com vistas ao futuro.

"É muito lindo este evento. Todos os anos faço questão de participar, porque aqui reencontro pessoas importantes da minha vida e da história da nossa cidade. O velho e novo se unem para continuar a história", disse dona Olga Corteze Brocco, de 84 anos, que chegou aqui em 1956, quando Cascavel era apenas mato, como conta. "Não existia nada. Nem luz, nem água, nem rua. Tivemos que enfrentar tudo do zero. Mas valeu a pena. Hoje temos tudo e as pessoas só fazem reclamar. As novas gerações precisam aprender a valorizar mais as coisas, pois as facilidades são muitas. Nossa cidade, na atualidade, é um dos melhores lugares que tem para viver".

Tradição que começou a ser cultivada em 1993, por meio da Secretaria de Cultura e do Museu Histórico, com a contribuição do pioneiro Décio Galafassi e com uma comissão do Município no levantamento de quais famílias seriam consideradas pioneiras. Foram e ainda são cadastradas famílias que chegaram e se estabeleceram em Cascavel desde o ano de 1930 até 1960. Todos os anos são pelo menos mil pessoas que se reúnem na data do aniversário de Cascavel para relembrar os velhos tempos e manter a memória viva da nossa cidade.

Hoje teve entrega do Selo dos 67 anos pelos Correios; homenagens aos pioneiros; apresentação de um novo arranjo do Hino de Cascavel; apresentações culturais, rodas de chimarrão com histórias: indústria ervateira desde 1985 de Espigão Alto do Iguaçu - Verdelândia; poesia do pioneiro Ancelmo Eugênio Corbari, que chegou em 1954 em Cascavel e que também apresentou uma música que homenageia a cidade; exposição de fotos que marcaram época do acervo do Museu da Imagem e do Som e sorteio de brindes.


Via: Redação/Portal do Município de Cascavel - Foto: Divulgação/Secom

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