Oeste do Paraná tem 2,3 mil agrônomos ativos com desafios da transformação profissional

Em uma região essencialmente agrícola, onde estão, segundo o Deral (Departamento de Economia Rural) mais de 1,1 milhão de hectares sedentos pelo cultivo, de onde se colhe de 3,5 milhões a quatro milhões de toneladas de soja por ano, se caracterizando como uma das principais produtoras do grão no estado do Paraná, de onde se deverá colher cerca de 10% da safra brasileira de trigo neste ano, passando das 500 mil toneladas, e de onde se extrai do solo aproximadamente quatro milhões de toneladas de milho somente na chamada safrinha, além de outras tantas culturas em menor volume, mas não em importância, a figura do engenheiro agrônomo, cujo seu dia é celebrado em 12 de outubro é de extrema importância e sinônimo de muita eficiência.

Para se ter ideia, depois que sua ação ficou mais presente nas propriedades rurais e na agroindústria, ao longo das últimas duas décadas, a produção no campo aumentou em mais de 50%, de acordo com números da Seab (Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento) e as boas práticas de industrialização fizeram os produtos da região chegarem à mesa de pessoas em mais de cem países. É o alimento produzido com o auxilio deste profissional, desde o processo embrionário da pesquisa, até a distribuição ao consumidor final, que está  alimentando o planeta. Superavitário na balança comercial paranaense, o oeste exportou neste ano, segundo o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços), quase US$ 1,3 bilhão, mais de 90% deste volume, vindos do agronegócio, sobretudo das carnes e dos grãos.

E é o agrônomo o profissional que está presente em todo o processo do agronegócio. No oeste do Paraná, segundo o Escritório Regional do CREA-PR, estão na ativa, pouco mais de 2,3 mil destes profissionais que seguem para a lida diária, atuando desde o preparo da terra, o plantio, a colheita até a industrialização. Não obstante, foi-se o tempo em que só contar com a ajuda dos céus era suficiente para garantir uma boa safra ou um rebanho de corte ou de leite eficiente. O profissional da engenharia agronômica é essencial nas boas práticas, indica o melhor momento para plantar, fazer aplicações preventivas evitando doenças oportunistas, de vacinar, o momento certo para colher, de escoar, de estocar ou de vender. Ele é o olho auxiliar do agricultor nos cuidados com e para a terra.

Via: Redação/Assessoria CREA-PR - Foto: Divulgação 

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