Eleições 2018: João Goulart Filho defende interferência no BC e nos bancos privados

O candidato do PPL à Presidência da República, João Goulart Filho, defendeu a interferência no Banco Central e no sistema financeiro nacional para reduzir a taxa de juros real a 0,5% ao ano.

"Não podemos colocar os banqueiros conduzindo nossa taxa de câmbio, a nossa taxa de juros. É colocar a raposa cuidando do galinheiro", afirmou o candidato, que se apresenta como Jango Filho, em referência ao ex-presidente João Goulart, deposto em 1964.

Segundo Goulart Filho, há 20 anos, o país tinha 25 bancos privados, mas atualmente quatro instituições detêm 75% dos ativos do sistema financeiro.

Goulart Filho disse ainda que vai suspender o processo de privatização das estatais e analisar a reestatização da Vale - empresa criada em 1942 e vendida em maio de 1997. "Nossas estatais são fundamentais e estratégicas para o país", disse o candidato, citando a Eletrobras, criada no governo de seu pai (1961-1964).



O candidato do PPL foi o quinto entrevistado pelos veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

O programa tem duração de 45 minutos, dividido em três blocos, e é realizado na sede da EBC, em Brasília, com a participação de profissionais da Agência Brasil, TV Brasil e Rádio Nacional. Participaram da entrevista com Jango Filho, a âncora Roseann Kennedy e os jornalistas Carolina Pimentel (Agência Brasil), Priscilla Mazenotti (Rádio Nacional) e Paulo Leite (TV Brasil).

Via: Redação/Agência Brasil - Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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