Cascavel de Ouro terá corrida extra valendo inscrições para edição de 2019

A 32ª edição da Cascavel de Ouro, tida por pilotos de todo o Brasil como a principal corrida do automobilismo atual na categoria Marcas 1.6, estabeleceu novos recordes. Com 64 carros e mais de 140 pilotos já inscritos a mais de dois meses da largada, a prova do dia 18 de novembro no Autódromo Internacional Zilmar Beux, em Cascavel, colocará em jogo a inédita premiação de R$ 150 mil para os cinco primeiros colocados e para os pole positions.

O grid da Cascavel de Ouro é limitado a 55 carros. Diante do excedente da lista atual de inscritos e da perspectiva de que novas adesões ocorram nas próximas semanas, a organização do evento anunciou nesta quinta-feira (13) a realização de uma corrida extra horas antes da largada principal. Com duração de 50 minutos, a prova incluirá pit stop para troca de pilotos, na mesma norma das paradas de box que integram o regulamento da corrida principal.

“Existe um excedente de carros em relação ao que podemos admitir na corrida, e ainda assim temos muitos pilotos manifestando interesse em efetuar inscrição no evento”, aponta o piloto Edson Massaro, promotor da Cascavel de Ouro. “Como entusiasta, eu gostaria de ter todos os 65, 70 ou 75 carros no grid da Cascavel de Ouro, mas há regras a cumprir. Os que não estiverem na prova principal terão essa oportunidade, sem qualquer custo extra”, diz.

A prova extra é denominada Copa Masso Alimentos e oferecerá como prêmio aos três primeiros colocados subsídio na inscrição da Cascavel de Ouro de 2019. “Os vencedores dessa corrida terão 100% de isenção na inscrição de seu carro para a corrida do ano que vem. A dupla ou o trio do segundo lugar vai ter isenção de 75% na taxa e, para o terceiro lugar, de 50%, além de troféus para os cinco primeiros colocados”, explica Massaro.

As inscrições oferecidas como premiação aos três primeiros colocados na Copa Masso Alimentos serão intransferíveis. “A ideia principal é que quem estiver conosco neste ano esteja também em 2019. O que pode acontecer, por exemplo, é a dupla vencedora desta prova ser desfeita no ano que vem e cada piloto correr com um parceiro diferente”, supõe Massaro. “Neste caso, cada um levará para o seu novo carro a parte correspondente da isenção da inscrição”.

Via: Redação/Grelak Comunicação - Foto: Sérgio Sanderson/Grelak Comunicação

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