Secretário de saúde Rubens Griep esclarece regras de acesso nas UPAs

O vereador Parra (PMDB), presidente da Comissão de Saúde do Legislativo, convidou o secretário municipal de saúde, Rubens Griep, para esclarecer dúvidas dos vereadores na sessão desta segunda-feira (02). “Precisamos garantir a harmonia entre os poderes e o devido direito dos representantes do povo adentrarem os espaços públicos e ver como está o atendimento da população”, esclareceu Parra.

No dia 21 de junho o vereador Mazutti esteve na UPA Brasília e segundo ele, teve dificuldades para entrar no local e realizar uma das funções básicas dos parlamentares, que é fiscalizar. Na recepção, pediram sua identificação e seus documentos.

De acordo com o secretário, “primeiro é preciso salientar que nenhum servidor deve privilegiar vereadores ou autoridades, sejam da base ou oposição. Segundo, por sua natureza e por força de lei, precisamos realizar o controle de entrada de visitas, para evitar contato com doenças infecto-infecciosas, por exemplo”.

“As UPAs e unidades de terapia intensiva exigem que qualquer pessoa, seja vereador ou deputado, se identifique para evitar constrangimentos aos pacientes e garantir um ambiente controlado e seguro”, afirmou. Rubens explicou que as respostas aos questionamentos dos vereadores devem ser dadas pelos coordenadores ou pelos assistentes sociais. “A prefeitura tem feito diariamente a notificação de 100% dos pacientes que aguardam por leitos, no entanto, este encaminhamento depende da Central de Leitos para ser concluído e muitas pessoas não entendem esse processo e procuram os vereadores pedindo providências e intervenção”.

Para ele, os legisladores são de extrema relevância fiscalizando o serviço e são aliados na mudança de leis que agilizem o atendimento e garantam um sistema público de saúde eficiente. “Atualmente em Cascavel, os hospitais particulares não querem pacientes que não gerem recursos financeiros. Se eles puderem escolher, como entidades privadas atuando na lógica de mercado, vão optar por aqueles que demandam serviços cirúrgicos ou de exames que dão mais dinheiro do que um paciente do SUS que ficará internado por 60 dias”.

Via: Redação/Assessoria de Imprensa/CMC - Foto: Divulgação

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